Triumph
Daytona 675 incomoda ainda mais rivais japonesas
No ano de 2009 os fabricantes não querem
ficar atrás quando se fala de lançamentos. Durante
o Intermot 2008 (o Salão de Motos de Colônia, na
Alemanha), foi apresentada a versão 2009 da conceituada
superesportiva Triumph Daytona 675. A antecessora, que ganhou
prêmios como o Master Bike 2006, é apontada como
a pedra no sapato das 600 cc tetracilíndricas japonesas.
Assim, a 675 foi renovada pela Triumph para incomodar ainda
mais suas rivais, no exterior são a Honda CBR 600 RR,
a Yamaha YZF R6, a Suzuki GSX-R 600, a Kawasaki Ninja ZX-6R
e a Ducati 848. A nova Daytona 675 apresenta apenas leves retoques
no desenho, como o formato dos faróis e a entrada de
ar dianteira. No restante, seu visual está muito parecido
com o da versão anterior, esbanjando agressividade e
beleza. Tradicional arquitetura dos britânicos da Triumph,
o propulsor da esportiva é um tricilíndrico em
linha, configuração única que fica no meio
termo das esportivas: situa-se entre a "explosão"
em altos giros das motos de quatro cilíndricos e a fenomenal
subida de giros das bicilíndricas. Com o três em
linha a Triumph consegue um resultado único, onde o motor
apresenta uma ótima subida de giros e alcança
rotações tão elevadas quanto as que um
motor tetracilíndrico conseguiria. Outra vantagem é
que com esta motorização, naturalmente mais estreita
que um propulsor de quatro cilindros em linha, ganha-se agilidade
nas mudanças de direção. Porém,
nem todos gostam do ruído descompassado desse motor.
Em terras brasileiras a Daytona é oferecida na versão
2008 sem a rivalidade das representantes da Suzuki e Ducati,
já que nenhuma das duas é vendida por aqui.