Os
10 mais das passarelas de Milão Inverno 2010/11
Just
Cavalli
A marca filhote de Roberto Cavalli trouxe uma das coleções
mais bacanas da estação. Uma moda jovem, glamurosa
e urbana. Articulando tradições como a kilt inglesa,
os jabôs e os xadrezes, a coleção traz mix
de estampas de bichos, leggings estampadas, sobreposições
divertidas e ótimas proporções.
D&G
Também marca filhote, a D&G evocou o norte europeu
e o esqui numa coleção leve e glamurosa. Tricôs
pesados, estampas de antúrios, hot pants de tricô
e as botas de pele foram bons momentos.
Emporio Armani
Mais uma marca “menor” apavorou nesta estação.
A Emporio Armani apresentou uma coleção ladylike
cosmopolita e cheia de design, que inspira o desejo das mulheres
para o inverno. Com novas propostas de proporção
e de combinação entre peça de baixo e de
cima, a coleção é calcada no conjunto saia
e blusa, mas também traz boas calças. As bolsas
são ponto forte.
Dolce & Gabanna
A marca das lindas italianas fez mais uma coleção
feliz, que priorizou a lingerie. A dupla Domenico Dolce e Stefano
Gabbana parece ser fissurada pela intimidade das mulheres e
deixa isso transparecer em suas criações. As peças
de tricô baseadas na modelagem de lingerie são
o ponto alto numa coleção que também foca
a renda e o crochê.
Prada
Essa não foi uma coleção extraordinária,
quando se pensa na Prada. No entanto, se comparada às
outras passarelas internacionais e aos desfiles de Milão,
não tem como não admirar a mão forte e
o estilo rigoroso construído pela estilista Miuccia Prada
em sua coleção. A perversidade de seu recato e
o estranhamento causado por peças banais instiga o olhar
a descobrir as razões desta estranheza e causar um interesse
crescente por desvendá-lo. Eles são bons no que
fazem.
Emilio Pucci
A coleção vigorosa pretende amarrar uma nova clientela,
mais jovem ao universo já clássico da Pucci, apresentando
suas estampas clássicas em releituras contemporâneas
e em tonalidades mais escuras. Calças clássicas
de bom corte, vestidos curtos e charmosos, franjas e penas evocando
a sensualidade completam o novo universo da Pucci.
Moschino
A coleção da Moschino é, como sempre, caricata.
Dessa vez, foi o estilo brega do “western spaghetti”
que inspirou a equipe de estilistas. Mesmo assim, as imagens
de moda são fortes e a coleção é
do estilo “faz a bonita”.
Jil Sander
A coleção da marca cada vez mais se sofistica.
Neste inverno, o estilista Raf Simons busca, ao contrário
da maioria da marcas italianas, formas mais simples e puras.
As brincadeiras com transparências, as proporções
ousadas e as releituras do terno (com shorts, como macaquinho
e no ultra míni), garantem a posição da
Jill Sander entre os melhores do mundo.
Marni
Uma das marcas mais chiques do panorama mundial, a Marni não
é muito incensada pelos brasileiros. A coleção
de inverno tem as mais curiosas combinações de
cores, as peças mais inteligentes da temporada e delicadas
experimentações de silhueta.
Missoni
A coleção de inverno da Missoni se baseia nos
tricôs pesados. Ponchos, patchworks e sobreposições
volumosas criam belas imagens de moda. Resta saber se vão
agradar a consumidora brasileira que aprecia especialmente os
momentos mais românticos da marca.
Fonte: www.uol.com.br