Quando: 1974
Simplesmente,
Amaro!
Bebum antológico, Amaro viera de Paraty
para cá, onde, costumeiramente, afogava suas mágoas
em tragos generosos, que o levavam a “contravenções.”
Era, porém, inteligência de boas inspirações.
Por isso um ser humano bastante estimado entre nós.
Certa vez foi deixado, a contragosto, em Paraty, junto com um
grupo “nocivo” à nossa cidade. De cara encontrou
por lá o Caetano, comerciante ubatubense, de pescados.
De saída para Ubatuba, solicitado, deu carona pro Amaro,
que chegou de volta antes mesmo do carro “anônimo”,
que o levara..., e desfilava pelas ruas do centro, glorioso,
com os olhos marejados, jogando beijos pra todos, que o saudavam
sorridentes.